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Perguntas Frequentes

FAQ´s

Por favor leia atentamente as Perguntas e Respostas

 

P: Posso adquirir um produto que estou a ver no site directamente na vossa Loja?

R:Não, na nossa Loja  funcionam os serviços administrativos e atendimento dos Sites, assim sendo qualquer encomenda terá de ser efectuada através do nosso site, se quiser pode colocar no campo de Observações que irá levantar na sede .

 

P: Posso efectuar uma encomenda por Telefone?

R:Por Telefone apenas podemos esclarecer dúvidas pontuais, para saber o stock terá sempre de finalizar a sua encomenda e aguardar a nossa confirmação, para efectuar uma encomenda terá de ser sempre através do site 

 

P: Se for levantar à loja ou à sede não pago portes?

R:Todos os nossos artigos  têm um valor de portes que o site calcula consoante o peso e volume. Quer entreguemos em sua casa ou levante nas nossas instalações, o valor dos portes é o mesmo.

 

P: Estou a comprar através de um Site, como funciona a Garantia?

R:Quer compre através de um site ou numa loja convencional a garantia é sempre a mesma, esta é dada pelo Fabricante, é de 2 Anos e para tal basta apresentar a Factura de Compra que nós enviamos. Todas as Marcas que representamos têm assistência técnica em Portugal, basta visitar a Página da Web da Marca ou solicitar-nos o contacto

 

P: Se verificar que a minha encomenda está danificada à chegada como proceder?

R:Pedimos sempre ao cliente que verifique o estado da mercadoria quando esta é entregue pela Transportadora e só assine a guia caso esteja tudo em conformidade. Se verificar à chegada que a sua encomenda está danificada não tem de a receber, manda de volta e nós enviamos um artigo novo. Após assinar a Guia da Transportadora, não nos responsabilizamos por qualquer marca, arranhão, moça ou qualquer outro tipo de defeito que não de fabrico.

 

P: Posso pagar a minha encomenda só na Contra-entrega?

R:O modo de Envio contra Entrega não é possível devido a várias devoluções ao longo dos tempos de artigos, sendo por nós suportado o valor de transporte de regresso ao qual as nossas margens não permitem esse custo adicional.

 

P: Como posso então pagar a minha encomenda no site? e posso pagar só quando levantar na Loja?

R:No nosso Site estão disponíveis praticamente todos os modos de Pagamento que existem em Portugal : Multibanco Transferência Bancárial. Envio de Cheque (enviamos a mercadoria após boa cobrança) Todas as encomendas só serão processadas após pagamento integral ou de sinal na opção contra entrega, pode vir pagar antecipadamente ao nosso escritório, mas terá sempre de aguardar o prazo de entrega já que não dispomos de artigos para entrega imediata.

 

P: Se comprar um determinado valor oferecem os Portes?

R: Salvo Promoções Ocasionais Não, ao contrário de muitos sites que diluem o valor dos Portes pelos Artigos, o nosso site tem sempre os melhores Preços do Mercado, porém não oferecemos Portes. Faça contas vai ver que mesmo com os nossos Portes, sai sempre mais barato comprar Online. Alguns artigos poderão no entanto ter promoções pontuais de oferta de portes, o próprio site informará.

 

P: Como posso saber o valor exacto dos Portes?

R: É muito simples, basta adicionar  o artigo ou artigos ao "Cesto de Compras" e depois "Finalizar Encomenda"  siga os passos que o site pede e irá ver descriminado : Valor da Mercadoria, Valor do IVA e Valor dos Portes. Nunca será forçado pelo sistema a Formalizar a sua  encomenda sem estes valores estarem descriminados e você concordar. Tem também agora a possibilidade de calcular através do simulador que agora dispomos, o valor de portes da sua encomenda.

 

P: Como é que se processa a entrega?

R:Ao finalizar o seu pedido, o site irá pedir os seus dados de Entrega e Facturação no caso de serem distintos. Poderá optar por registar-se como nosso Cliente ou efectuar a compra como Visitante. Temos 2 tipos de entrega a Normal que entregam a sua encomenda até à Porta do seu Prédio ou Moradia, não sobem andares sem elevadores ou com grandes volumes que não caibam no elevador. A segunda opção de entrega é a entrega VIP, que inclui a entrega até dentro de sua casa, desembalar o artigo novo, colocação do lugar que desejar, recolha do electrodoméstico antigo. Estas entregas têm valores diferentes que serão apresentados automaticamente quando estiver a Finalizar a sua encomenda.

 

P: Depois de efectuar a minha encomenda como posso saber quando será entregue?

R:Após efectuar a sua encomenda, irá receber um email a confirmar a sua encomenda, não esqueçe de aguardar sempre a nossa confirmação da mesma pois colocamos o respectivo prazo de entrega posteriormente pode se concordar com essas condições poderá efectuar o pagamento do seu pedido. A Transportadora irá então entrar em contacto consigo para agendar a entrega. Este Processo demora habitualmente entre 3 a 20 dias consoante o tipo de compra que tiver seleccionado:

 

P: Quais os Horários de Atendimento?

R:Na sede para Levantamento de encomendas : Segunda a Sexta das 10:00H ás 18:00 H (confirme sempre se a sua encomenda já está pronta para ser recolhida) por Telefone: Segunda a Sexta das 9:30H ás 12:30H e das 14:00 ás 19,00H

Q: Informação ao cliente.

NOVA OBRIGAÇÃO dos fornecedores de bens e/ou prestadores de serviços informarem os consumidores sobre a existência de mecanismos de resolução alternativa de litígios (RAL).  
A AEP – Associação Empresarial de Portugal disponibiliza esta nota informativa sobre a nova obrigação imposta aos fornecedores de bens e/ou prestadores de serviços de informarem os consumidores sobre a existência de mecanismos de resolução alternativa de litígios (RAL).  
ÍNDICE das questões 1 - O que é a resolução alternativa de litígios (RAL) de consumo? 2 - Quais os mecanismos abrangidos pela Resolução Alternativa de Litígios de Consumo?  3 - O que é esta nova obrigação?  4 - Que informação que deve ser prestada?  I - No comércio e prestação de serviços presenciais: II - No comércio e prestação de serviços “em linha” (online) (ver conceito abaixo) 5 - Quem deve prestar a informação?  6 - A Quem deve ser prestada a informação?  7 - Data de cumprimento da obrigação? 8 - Como devem ser prestadas as informações?  9 - Onde devem ser prestadas as informações?  10 - Modelo de informação a prestar aos consumidores? 11 - Coimas aplicáveis a quem não cumprir esta obrigação? 12 - Quem pode acionar os mecanismos RAL? 13 - O que está excluído? 14 - O que fazem estas Entidades RAL? 15 - Quando podem as entidades de RAL recusar o tratamento de um litígio? 16 - O que é a Plataforma ODR - online dispute resolution? 17 - Entidade RAL competente na Área Metropolitana do Porto?  18 - Informações adicionais  
PERGUNTAS / RESPOSTAS  
1 - O que é a resolução alternativa de litígios (RAL) de consumo? A resolução alternativa de litígios de consumo oferece uma solução extrajudicial simples, rápida e grátis ou a custos reduzidos para resolver litígios entre consumidores e os fornecedores de bens ou prestadores de serviços. Estes mecanismos são habitualmente voluntários para as partes, o que significa que a resolução de conflitos por esta via só tem lugar se os fornecedores de bens ou prestadores de serviços a eles aderirem. Apresentam as seguintes vantagens: a) São céleres e eficazes; b) São tendencialmente gratuitos; c) São normalmente sigilosos; d) Juntam as partes na resolução do conflito.  
2 - Quais os mecanismos abrangidos pela Resolução Alternativa de Litígios de Consumo?  Os mecanismos de resolução alternativa de litígios (RAL) são a mediação, a conciliação e a arbitragem.  A “mediação” ajuda o consumidor e o fornecedor de bens/ prestador de serviços a encontrarem uma solução amigável para o caso através de um mediador imparcial; 
  
Na “conciliação” o conciliador, de modo imparcial, propõe uma solução para litígio e conduz as partes a um acordo.  Na “arbitragem” cabe a um árbitro julgar o caso de acordo com a lei aplicável ou segundo critérios de equidade, estabelecendo uma solução para o litígio. A decisão arbitral tem a mesma força e eficácia de uma sentença judicial.  
3 - O Que é esta nova obrigação?  É uma obrigação imposta aos fornecedores de bens e ou prestadores de serviços de informar os consumidores sobre a existência de mecanismos de resolução alternativa de litígios (RAL) (a mediação, a conciliação e a arbitragem) às vias judiciais tradicionais.   
Estas obrigações resultam da Lei n.º 144/2015, de 8/09, que transpõe a Diretiva 2013/11/UE, de 21/05/2013, e do Regulamento (UE) n. º 524/2013  
4 - Que informação que deve ser prestada?   
I) No comércio e prestação de serviços presenciais:  
 Deve ser prestada informação relativa às entidades de Resolução Alternativa de Litígios de Consumo (RAL) disponíveis ou a que se encontram vinculados por adesão ou por imposição legal decorrente de arbitragem necessária.  
As entidades de RAL em Portugal e do Centro Europeu do Consumidor (CEC - ponto de contacto nacional da plataforma) podem ser conferidas na listagem acessível no link http://cec.consumidor.pt/ligacoes-uiteis1111.aspx?v=b0c6b8df-e083-427b-985f-c0a6fea87918 mas neste momento a listagem de RAL apenas inclui os seguintes centros: Centro de Informação e Arbitragem do Vale do Ave (CIAVE) - Guimarães Centro de Informação e Arbitragem do Vale do Cávado (CIAB) - Braga Centro de Informação de Consumo e Arbitragem do Porto (CICAP) Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo do Distrito de Coimbra (CACCDC) Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo de Lisboa (CACCL) Centro de Informação, Mediação e Arbitragem de Consumo do Algarve (CIMAAL) Centro Nacional de Informação e Arbitragem de Conflitos de Consumo (CNIACC) Centro de Arbitragem de conflitos de consumo da Região Autónoma da Madeira (CACRAM) Centro de Arbitragem do Sector Automóvel (CASA) (setorial) Centro de Informação, Mediação, Provedoria e Arbitragem de Seguros (CIMPAS) (setorial) 
Existem também 4 outras entidades, que utilizam procedimentos de resolução extrajudicial de conflitos de consumo através de serviços de mediação, de comissões de resolução de conflitos ou de provedores de cliente constituídas nos termos previstos pelo Decreto-Lei n.º 146/99, de 4 de maio. São elas: Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos; Comissão do Mercado de Valores Mobiliários; Provedor do Cliente da Associação Portuguesa das Agências de Viagem e Turismo; Instituto Português de Venda Direta.   
II) No comércio e prestação de serviços “em linha” (online) (ver conceito abaixo *)  Deve ser prestada informação aos consumidores sobre a existência da plataforma RLL, caso sejam aderentes ou estejam obrigados a recorrer a uma ou mais entidades de Resolução Alternativa de Litígios de Consumo;  
   
 Devem ainda disponibilizar uma ligação eletrónica à plataforma no seu sítio eletrónico e se a proposta contratual ao consumidor for efetuada através de mensagem eletrónica, facultála nessa mesma mensagem.  
* Conceito de "Contrato de venda ou de serviços em linha": é um contrato de venda ou de serviços em que o comerciante, ou o seu intermediário, oferece, num sítio web ou através de outros meios eletrónicos, bens ou serviços que o consumidor encomenda no mesmo sítio web ou através de outros meios eletrónicos; (al. e) nº 1 artº 4º Regulamento (UE) n. º 524/2013, de 21/05/2013. (para os efeitos deste Regulamento, não é relevante a habitual diferença entre comércio eletrónico “stricto senso” - em que encomenda e entrega se processavam exclusivamente por via eletrónica - e vendas à distância - em que a encomenda é feita via eletrónica mas a entrega é por meios físicos.)  
O Regulamento (UE) n. º 524/2013 é aplicável à resolução extrajudicial de litígios relativos às obrigações contratuais resultantes de “contratos de venda ou de serviços em linha” entre um consumidor residente na União e um comerciante estabelecido na União através da intervenção de uma entidade de RAL inserida numa lista nos termos do artigo 20. o , n. o 2, da Diretiva 2013/11/UE, e que pressupõe a utilização de uma plataforma de RLL  
5 - Quem deve prestar a informação?  A informação deve ser prestada pelos fornecedores de bens ou prestadores de serviços estabelecidos em território nacional.  
O conceito de «Fornecedor de bens ou prestador de serviços» (expressão da lei portuguesa) ou "Comerciante" (expressão da lei europeia), é o de “uma pessoa singular ou coletiva, pública ou privada, quando atue, nomeadamente por intermédio de outra pessoa que atue em seu nome ou por sua conta, com fins que se incluam no âmbito da sua atividade comercial, industrial, artesanal ou profissional”; (al. b) nº 1 artº 4º Diretiva 2013/11/UE, de 21/05/2013 e al. d) artº 3º da Lei n.º 144/2015, de 8 de setembro transpõe para Portugal aquela Diretiva).   
6 - A Quem deve ser prestada a informação?  A informação deve ser prestada ao "Consumidor": “uma pessoa singular quando atue com fins que não se incluam no âmbito da sua atividade comercial, industrial, artesanal ou profissional” (al. a) nº 1 artº 4º Diretiva 2013/11/UE, de 21/05/2013, sobre a Resolução Alternativa de Litígios, e al. c) artº 3º da Lei n.º 144/2015, de 8 de setembro transpõe para Portugal aquela Diretiva)  
Entidades que não se relacionem diretamente com “consumidores” nesta aceção, não estão abrangidos por esta obrigação.  
7 - Data de cumprimento da obrigação? A partir de 23 de março de 2016.  
8 - Como devem ser prestadas as informações?  As informações devem ser prestadas de: - forma clara,  - compreensível e - facilmente acessível nos suportes indicados na questão anterior   
  
9 - Onde devem ser prestadas as informações?  As informações devem ser prestadas: - no sítio eletrónico na Internet dos fornecedores de bens ou prestadores de serviços, caso exista; - nos contratos de compra e venda ou de prestação de serviços entre o fornecedor de bens ou prestador de serviços e o consumidor, quando estes assumam a forma escrita ou constituam contratos de adesão; ou ainda, se não houver contrato escrito, - noutro suporte duradouro.(são admissíveis quaisquer suportes duradouros: coletivos, como sejam os colocados em locais a que o consumidor facilmente tenha acesso, nomeadamente num letreiro afixado na parede ou aposto no balcão de venda ou individuais, disponibilizados a cada cliente, nomeadamente na fatura entregue ao consumidor.  
10 - Modelo de informação a prestar aos consumidores? A lei não prevê nenhum modelo padronizado de informação a prestar aos consumidores. No entanto, as empresas poderão utilizar a seguinte formulação:  I) Para as empresas já aderentes a um ou mais Centros de Arbitragem de Conflitos de Consumo:  “Empresa aderente do Centro de Arbitragem _____, com os seguintes contatos ______. Em caso de litígio o consumidor pode recorrer a esta Entidade de Resolução de Litígios. Mais informações em Portal do Consumidor www.consumidor.pt”  
II) Para as empresas não aderentes: “Em caso de litígio o consumidor pode recorrer a uma Entidade de Resolução Alternativa de Litígios de consumo: ____________ (nomes) e __________ (contatos). Mais informações em Portal do Consumidor www.consumidor.pt”  
11 - Coimas aplicáveis a quem não cumprir esta obrigação? Quando cometidas por uma pessoa singular, a coima varia entre 500 € e 5.000 €; Quando cometidas por uma pessoa coletiva, a coima varia entre 5.000 € e € 25.000 €.  
A negligência e a tentativa são puníveis, sendo os limites mínimos e máximos da coima aplicável reduzidos a metade.  
12 - Quem pode acionar os mecanismos RAL? Os consumidores podem acionar os mecanismos RAL contra um fornecedor de bens ou prestador de serviços e quando as disputas respeitem a obrigações contratuais resultantes de contratos de compra e venda ou de prestação de serviços, celebrados entre fornecedor de bens ou prestador de serviços estabelecidos e consumidores residentes em Portugal e na União Europeia.   
13 - O que está excluído? Encontram-se excluídos: a) Os serviços de interesse geral sem contrapartida económica, designadamente os que sejam prestados pelo Estado ou em seu nome, sem contrapartida remuneratória; b) Os prestadores públicos de ensino complementar ou superior; c) Os litígios de fornecedores de bens ou prestadores de serviços contra consumidores; 
  
d) Os serviços de saúde prestados aos doentes por profissionais do sector para avaliar, manter ou reabilitar o seu estado de saúde, incluindo a prescrição, a dispensa e o fornecimento de medicamentos e dispositivos médicos; e) Os procedimentos apresentados por consumidores junto dos serviços de reclamações ou de natureza equiparada dos fornecedores de bens, prestadores de serviços ou autoridades reguladoras sectorialmente competentes, geridos pelos próprios.  
14 - O que fazem estas Entidades RAL? As entidades RAL devem assegurar que: - os procedimentos de RAL são eficazes, estão disponíveis e facilmente acessíveis, tanto em linha (online) como por meios convencionais, para ambas as partes, independentemente do local onde se encontrem. - as partes não têm de recorrer a um advogado e podem fazer-se acompanhar ou representar por terceiros em qualquer fase do procedimento. - os procedimentos de RAL são gratuitos ou estão disponíveis para os consumidores contra o pagamento de uma taxa de valor reduzido. - notificam as partes do litígio assim que tenham recebido uma reclamação e todos os documentos contendo as informações relevantes com esta relacionadas.  - decidem no prazo máximo de 90 dias a contar da data em que a entidade de RAL receba o processo de reclamação completo.  
15 - Quando podem as entidades de RAL recusar o tratamento de um litígio? As entidades de RAL podem recusar o tratamento de um litígio quando: a) O consumidor não tiver tentado previamente contactar o fornecedor de bens ou prestador de serviços em questão para expor a sua reclamação e procurar resolver o assunto; b) O litígio seja supérfluo ou vexatório; c) O litígio se encontrar pendente ou já tiver sido decidido por outra entidade de RAL ou por um tribunal judicial; d) O valor do litígio se situar fora dos limites de valor predeterminados pela entidade de RAL; e) O consumidor não apresente a reclamação à entidade de RAL dentro de um prazo previamente estabelecido, o qual não pode ser inferior a um ano a contar da data em que o consumidor tenha apresentado a reclamação ao fornecedor de bens ou prestador de serviços, quando estejam em causa procedimentos de natureza voluntária.  
16 - O que é a Plataforma ODR - online dispute resolution? A Plataforma ODR é uma plataforma web especificamente desenhada para ajudar os “consumidores” que tenham adquiridos bens ou serviços “em linha” (online) e posteriormente tenham tido um problema com essa aquisição. Permite ao consumidor sujeitar o seu “conflito de consumo” a mecanismos de resolução alternativa de litígios online e numa das 23 línguas da União Europeia. A Plataforma ODR transmite as disputas apenas às entidades RAL registadas na plataforma RLL.   Esta plataforma, também designada plataforma ODR - online dispute resolution, encontra-se disponível a partir de 15 de fevereiro de 2016 para os consumidores e os fornecedores de bens e prestadores de serviços.    
  
17 - Entidade RAL competente na Área Metropolitana do Porto?  Para os conflitos que tenham origem na aquisição de bens ou serviços ocorridos na Área Metropolitana do Porto (Municípios de Arouca, Espinho, Gondomar, Maia, Matosinhos, Oliveira de Azeméis, Paredes, Porto, Póvoa de Varzim, Santa Maria da Feira, Santo Tirso, São João da Madeira, Trofa, Vale de Cambra, Valongo, Vila do Conde e Vila Nova de Gaia) tem competência CICAP - Centro de Informação de Consumo e Arbitragem do Porto  
18 - Informações adicionais Descarregue aqui o folheto da Direção Geral do Consumidor sobre este assunto Para mais informações contactar o Centro Europeu do Consumidor euroconsumo@dg.consumidor.pt  Descarregue aqui a factsheet sobre a Plataforma ODR Aceda aqui a informação complementar sobre a ODR - online dispute resolution Aceda aqui a uma apresentação sobre a forma de funcionamento da Plataforma ODR  

Se tem alguma dúvida que não esteja aqui esclarecida p.f.   contacte-nos:

Telef: 252 859 714 - 91 5411513 - 91 2713671

E-mail : geral@digitirso.com

AVISO: Todas as  lojas on-line do grupo DigiTirso, são um catálogo on-line onde se publicam os catálogos de mais de 200  importadores e distribuidores das melhores marcas de Informática, Electrodomésticos e Eletrónica de Consumo, Perfumaria, Material de Marketing e Publicidade, Mobiliário de Escritório e Equipamentos Industriais distribuídas em Portugal. As lojas do Grupo  DigiTirso não dispõem de armazém nem possuem stock de nenhum dos produtos catalogados, funcionam como um escritório físico onde o cliente pode tratar de qualquer assunto sobre encomendas previamente realizadas online. A disponibilidade dos produtos que aparecem nos sites é indicativa e reflete a informação fornecida pelos fornecedores dos artigos correspondentes. O processo de publicação dos catálogos é totalmente automático, sem intervenção manual do pessoal da DigiTirso. Um erro na descrição, imagem, disponibilidade e/ou o preço de qualquer artigo refletir-se-á nos catálogos das lojas do Grupo DigiTirso sem a possibilidade de ser detectado pela nossa empresa. A DigiTirso garante apenas que o cliente terá sempre o seu produto entregue  ou o reembolso na totalidade, não se compromete porém com atrasos, roturas de stock ou qualquer outro percalço inerente ao processo comercial e logístico das marcas e distribuidores que representa. Devido ao fato de não fazermos stock e oferecermos mais de 300.000 referencias de produtos, o cliente deverá sempre contar com um prazo estimativo de entrega consoante a sua compra Premium ou Low-Cost, só findo este prazo deverá questionar os nossos serviços caso não tenha recebido o seu produto. Todos os nossos produtos incluem IVA à taxa em vigor, acrescem os portes de envio que o site calcula e têm 2 Anos de Garantia prestada pelas marcas.

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